segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Um galo conectado no Facebook
Tem coisa melhor que trabalhar realmente com aquilo que se gosta? Por exemplo, unir a paixão pelo futebol com a internet, gerar produtos e montar uma empresa. Aí você pode perguntar: Isso daria certo mesmo? Eu lhe respondo que sim e mostro um ótimo exemplo disso. A torcida organizada do CRB, a Galoface.
Conversei um pouco com o diretor de comunicação do grupo, o Robertson Costa. Ele me contou que a ideia de criar uma torcida organizada do CRB pelo Facebook aconteceu há mais ou menos um ano atrás. Ele, o presidente da torcida, Luciano Mota, e mais algumas pessoas começaram a arquitetar a ideia pela própria rede social.
Até hoje muitas reuniões ainda rolam via skype ou pelo chat do Facebook e dão certo. Tanto é que a Galoface hoje possui dois perfis. Um atingiu o limite máximo de amigos, tem mais de cinco mil pessoas, e o outro caminha para os três mil. Para reforçar ainda mais a paixão pelo Galo da Pajuçara, criaram uma fan page, que hoje conta com mais de duas mil curtidas.
A exemplo de outros cases de sucesso, o pessoal da Galoface ampliou os horizontes e agora aposta em sair do mundo virtual e vir para o 'real'. Eles já deram alguns passos. Um deles foi criar a empresa Galoface, com CNPJ para poder conceder alguns benefícios aos sócios dessa ideia.
Além das camisetas personalizadas com a logo da torcida à venda pela internet, o grupo agora quer investir em outros produtos, além de cadastrar os sócios e cobrar uma mensalidade para tocar o negócio.
Bom, para quem é regatiano, #FicaaDica de ir no Facebook curtir a página deles. E para os que gostam de estudar um pouco mais dos fenômenos das redes sociais, é legal conferir o poder de viralização dessa rapaziada.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Zuleide viralizando o Facebook em nome do Senhor
A internet é um universo a parte que a cada dia que passa mostra como é poderosa. Seu poder de viralização é impressionante. Nos últimos meses as redes sociais foram invadidas de perfis que abusam do bom humor para tirar uma onda e ganhar milhares de fãs. Foi assim com a galera que criou as páginas satirizando os hipsters, o pessoal aqui de Maceió que criou o Maceió Ordinário, o jovem que teve a grande sacada de trazer de volta a marca de palitos Gina com piadas, e tantos outros.
Uma dessas me chamou a atenção pelo seu foco, abordagem e alcance. Estou falando da (o) criador (a) da famosa Irmã Zuleide. Sim, aquela irmã evangélica lá do Rio Grande do Norte que divide seu tempo vendendo produtos naturais da Jequiti, orando e postando sua visão do mundo das crenças no Facebook.
Para quem nunca teve a curiosidade de ir até a fan page da Irmã Zuleide e conferir seu conteúdo, #ficaadica.
O conteúdo é vasto e muito criativo. Sempre relacionado ao universo da igreja evangélica que nossa ilustríssima irmã frequenta, as piadas caíram no gosto da galera e até eu me surpreendi com os números que ela alcança. Bom, hoje é dia 6 de setembro exatamente 14h 59. Ela tem nada mais nada menos que 1.656.957 pessoas que curtiram sua página. Cara, é gente que pouca empresa e celebridade tem.
Seu poder de alcance é enorme. É só dar uma olhada no número de curtidas e compartilhamentos de cada postagem.
Como se não bastasse todo esse estardalhaço celestial, a Irmã Zuleide virou uma marca e agora tá viajando Brasil afora fazendo show. Sim, shows. Hoje ela vai se apresentar em uma boate aqui da capital alagoana numa festa temática que promete.
Obra do satanás ou não, (#QueimaJeová), o fato é que a Irmã é um exemplo de viral a ser estudado. Pode apostar que sim.
Fica aí também minha sugestão a quem organiza encontros de social media em Maceió. A Irmã Zuleide é um ótimo exemplo de case para ser apresentado. Quem sabe uma palestra, hein galera?!
domingo, 19 de agosto de 2012
Eu perigueto. Tu, periguete
Poderia até ser enquadrado em uma classe verbal, tamanha é sua aplicação, ou quem sabe um novo adjetivo no dicionário. Começou com um estilo musical, depois influenciou na roupa e agora está transformando as formas de tratamento e perfurando as barreiras entre as classes sociais.
Estou me referindo às piriguetes. Sim, aquelas moças que geralmente são caracterizadas por se vestirem com roupas curtas, modelos extravagantes e que gostam de sensualizar por aí.
O fato é que piriguete sempre existiu e existirá por todo o sempre. Sem querer criar mais um estereótipo, repare que as piriguetes, empreguetes, peruas, socialites e afins tem uma coisa que as aproxima: a afirmação como mulher.
Sim, são muito femininas e engana-se quem acha que piriguete é sinônimo de suburbana. Pelo contrário.
Vale frisar que não estou dizendo que isso é uma condição geral, apenas fiz um paralelo entre algumas, moças de cada classe. O que também não quer dizer que um moça que pertença a uma classe social, digamos... mais favorecida, não possa ou não queira ser piriguete.
Sem preconceitos, digo que 'periguetar' é bom. É um exercício de auto-estima. Não quer dizer que o lance só vai funcionar caso haja a mudança de estilo (musical, vestimenta, comportamental), mas sim o de se reconhecer como uma pessoa que pode exercer poder de atração e se sentir valorizada. Tá aí a grande sacada das piriguetes: se auto afirmar, coisa que pouca gente consegue.
Pois bem. Se o desafio é se auto afirmar, tomemos como exemplo as piriguetes. Deixemos medos de lado, confrontemos aquilo que nos desafia e afirmem-se como o que querem ser. Seja piriguete ou não.
Estou me referindo às piriguetes. Sim, aquelas moças que geralmente são caracterizadas por se vestirem com roupas curtas, modelos extravagantes e que gostam de sensualizar por aí.
O fato é que piriguete sempre existiu e existirá por todo o sempre. Sem querer criar mais um estereótipo, repare que as piriguetes, empreguetes, peruas, socialites e afins tem uma coisa que as aproxima: a afirmação como mulher.
Sim, são muito femininas e engana-se quem acha que piriguete é sinônimo de suburbana. Pelo contrário.
Vale frisar que não estou dizendo que isso é uma condição geral, apenas fiz um paralelo entre algumas, moças de cada classe. O que também não quer dizer que um moça que pertença a uma classe social, digamos... mais favorecida, não possa ou não queira ser piriguete.
Sem preconceitos, digo que 'periguetar' é bom. É um exercício de auto-estima. Não quer dizer que o lance só vai funcionar caso haja a mudança de estilo (musical, vestimenta, comportamental), mas sim o de se reconhecer como uma pessoa que pode exercer poder de atração e se sentir valorizada. Tá aí a grande sacada das piriguetes: se auto afirmar, coisa que pouca gente consegue.
Pois bem. Se o desafio é se auto afirmar, tomemos como exemplo as piriguetes. Deixemos medos de lado, confrontemos aquilo que nos desafia e afirmem-se como o que querem ser. Seja piriguete ou não.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
A tecnologia que sobe ao pódio
Passados os quinze dias das Olimpíadas, a descrença do governo no potencial do atleta brasileiro, as inacreditáveis medalhas perdidas, a imagem que vai ficar gravada dessa edição londrina dos jogos é a da tecnologia subindo ao pódio.
Sim, equipes inteiras se revezavam para tirar a foto do colega recebendo a medalha, de algum momento marcante do jogo, das cerimônias de abertura e encerramento.
E eles estavam lá: Ipads, Iphones, smartphones, câmeras digitais registrando e disputando espaço com as medalhas e atletas.
Quem não reparou nas meninas do vôlei brasileiro fazendo festa ao subir no pódio e pose para as fotos dos celulares espertos?
Mas a tecnologia também mostrou que usá-la num momento errado traz consequências desastrosas.
Teve atleta expulsa por tuitar mensagem racista, proibição do Comitê Olímpico da plateia tuitar durante provas ao ar livre.....
Sem falar nos colegas da imprensa que tentaram sair na frente pré-formatando os textos dos jogos e se dando bem mal. O pior deles, na minha opinião foi a matéria de um site que publicou matéria sobre a vitória brasileira no vôlei masculino em cima da Rússia, consagrando-se tri-campeão olímpico. Oi?
Polêmicas à parte, o fato é que Londres fez sua festa, muito bonita por sinal, e passou a bola para o Brasil. 2016 o caldo ferve por aqui!
*A foto que ilustra o post é do UOL.
Sim, equipes inteiras se revezavam para tirar a foto do colega recebendo a medalha, de algum momento marcante do jogo, das cerimônias de abertura e encerramento.
E eles estavam lá: Ipads, Iphones, smartphones, câmeras digitais registrando e disputando espaço com as medalhas e atletas.
Quem não reparou nas meninas do vôlei brasileiro fazendo festa ao subir no pódio e pose para as fotos dos celulares espertos?
Mas a tecnologia também mostrou que usá-la num momento errado traz consequências desastrosas.
Teve atleta expulsa por tuitar mensagem racista, proibição do Comitê Olímpico da plateia tuitar durante provas ao ar livre.....
Sem falar nos colegas da imprensa que tentaram sair na frente pré-formatando os textos dos jogos e se dando bem mal. O pior deles, na minha opinião foi a matéria de um site que publicou matéria sobre a vitória brasileira no vôlei masculino em cima da Rússia, consagrando-se tri-campeão olímpico. Oi?
Polêmicas à parte, o fato é que Londres fez sua festa, muito bonita por sinal, e passou a bola para o Brasil. 2016 o caldo ferve por aqui!
*A foto que ilustra o post é do UOL.
domingo, 13 de maio de 2012
Mamãe querida!
Mãe é uma criatura extremamente especial na vida de qualquer ser. É aquela que desde o primeiro momento de vida do filho está lá, sempre presente. Ela cuida, ensina, dá carinho, às vezes briga, dá ordens, dá conselho...
A coitada da mãe também sofre desde o começo: passa noites e noites acordadas cuidando daquele bebê 'cuti cuti' que não pára de chorar (meu Deus, como chora!) e pelo resto da vida é como se o filho nunca crescesse.
Há ainda aquelas que se tornam mãe por afeição e pelo carinho que ela deposita no filho dos outros. Dessas aí eu tenho um monte!
Mas o fato é que tudo da sua mãe é o melhor do mundo: aquele arroz com feijão, o docinho caseiro, o colo e o cafuné das horas difíceis.. eita como eu gosto da minha mãe!
Mãe também é bicho mais besta (besta no sentido de cuidadosa, coruja) que existe neste mundo. Aí o filho começa a ir pra escola e na sexta-feira da semana das mães lá vem ele todo sujo de tinta guache com o presentinho que ele fez na escolinha embaixo do braço. Cola aquele monte de palitinho de sorvete, pinta uns rabiscos e com as letrinhas tremidas escreve: "Mamãe, eu te amo! Feliz dia das mães". Quando a mãe vê aquilo, os olhos brilham, ela chora, é o melhor presente que ela já ganhou. Você que está lendo este texto pode ter certeza que ela guarda um destes que você fez.
Elas também se derretem vendo seus pequenos nas festinhas de Dias das Mães da escola recitando poesia. Aí o filho passa no vestibular, se forma, começa a trabalhar... Toda mãe nessas horas faz do filho troféu e sai dizendo a todo mundo como o filho (a) dela é maravilhoso, etc,etc e você lá morrendo de vergonha. Coisas de mãe.
Aí desde que inventaram um dia pra ser só dela - Isso começou nos Estados Unidos lá pelos idos de 1914 -, em boa parte do mundo o segundo domingo de maio virou aquela data de dar presentinho, dar beijinho e abraço, reunir a família na casa da mãe pra comemorar o DIA dela.
Bom, independentemente de datas, sua mãe vai continuar sendo tal nos outros 364 dias do ano e merece o mesmo carinho e provas de amor deste famigerado domingo.
Pois bem, é legal mostrar teu afeto nas redes sociais, postar foto e dar presente. Acima de rancores ou qualquer coisa, ame sua mãe!
*** O desenho do post fui eu que fiz no paint pra relembrar os tempos de escola!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Alô? Tem um orelhão aí?
Ligação DDD é sinônimo de uma coisa: matar saudades de quem está longe. Seja um primo, tio, irmão, os pais ou aquele amigo especial, uma ligação telefônica encurta as barreiras que separam. Até o final deste ano, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou que ligações feitas a distância de um orelhão em todo o Brasil serão gratuitas. Até aí tudo bem. Mas eis a pergunta que me fiz assim que li a notícia: onde encontrar um telefone público em funcionamento em Maceió?
Olhando direitinho pelas ruas da capital a maioria possui algum defeito. No Centro e na orla até aqueles 'customizados' já foram arrancados ha algum tempo. Os únicos lugares que ainda (ainda) existem orelhões num estado razoável de funcionamento são os dos shoppings e olhe lá.
Fora o problema de se encontrar um telefone, ainda existe o fato do coitado ter caído em desuso depois do boom da telefonia móvel.
Na última década a evolução dos telefones celulares foi empurrando pro lado os orelhões, que já a algum tempo sofriam com a degradação de muitos engraçadinhos que os usavam. Era telefone cuspido, com chiclete grudado, com cabo arrancado e outras mazelas.
O número de telefones celulares se multiplica a cada dia. As operadoras lançam promoções para chamadas a longa distância que fazem a cabeça dos consumidores e vão deixando só nas lembranças a utilidade dos orelhões.
Como vintage que sou, quando criança adorava depositar as fichinhas e ficar lá esperando minha mãe acabar de telefonar e ouvir o barulhinho da ficha caindo. Hoje caçaria um telefone só para ter o gosto de ficar 'pendurada' enrolando o cabo no dedo e conversando por horas a fio.
É torcer para que esse projeto de revitalização da telefonia pública apresentado pelas empresas de telefonia dê pé. Mas que dê mais certo ainda a conscientização da população para preservar o patrimônio público, um direito de todos, afinal de contas fazer um DDDe matar saudades, ainda mais de graça, é o que há!
Olhando direitinho pelas ruas da capital a maioria possui algum defeito. No Centro e na orla até aqueles 'customizados' já foram arrancados ha algum tempo. Os únicos lugares que ainda (ainda) existem orelhões num estado razoável de funcionamento são os dos shoppings e olhe lá.
Fora o problema de se encontrar um telefone, ainda existe o fato do coitado ter caído em desuso depois do boom da telefonia móvel.
Na última década a evolução dos telefones celulares foi empurrando pro lado os orelhões, que já a algum tempo sofriam com a degradação de muitos engraçadinhos que os usavam. Era telefone cuspido, com chiclete grudado, com cabo arrancado e outras mazelas.
O número de telefones celulares se multiplica a cada dia. As operadoras lançam promoções para chamadas a longa distância que fazem a cabeça dos consumidores e vão deixando só nas lembranças a utilidade dos orelhões.
Como vintage que sou, quando criança adorava depositar as fichinhas e ficar lá esperando minha mãe acabar de telefonar e ouvir o barulhinho da ficha caindo. Hoje caçaria um telefone só para ter o gosto de ficar 'pendurada' enrolando o cabo no dedo e conversando por horas a fio.
É torcer para que esse projeto de revitalização da telefonia pública apresentado pelas empresas de telefonia dê pé. Mas que dê mais certo ainda a conscientização da população para preservar o patrimônio público, um direito de todos, afinal de contas fazer um DDDe matar saudades, ainda mais de graça, é o que há!
sábado, 24 de março de 2012
Tudo que é bom (? ! ) vai e volta
Sucesso é uma coisa muito relativa em termos de virais na internet. Tem aqueles que estouram, geram polêmica ao ponto de alguém contestar sua genialidade afirmando que a tal fórmula foi copiada, outros vão servir de modelo pra outra porrada de viral e por aí vai.
Quem é que não se lembra dos pôneis cor de rosa da Nissan que viraram uma verdadeira febre internet a dentro no ano passado? Controvérsias a parte, a peça usou de todas as táticas possíveis para cair no gosto do público. Eu acabei abordando a problemática dos virais tomando como exemplo os pôneis em um post aqui no blog, mostrando como o neuromarketing é a chave pra quem quer fazer um viral e colher bons frutos.
A fórmula deles deu tão certo que a nova peça já está dando o ar da graça rede a fora. Usando um roteiro bem parecido ao primeiro, a nova investida dos cavalinhos fofinhos não tem muita novidade. A curiosidade em saber o que irá acontecer ao clicar ou não no botão que aparece na tela é o que faz toda a diferença e te prende durante os um minuto e 33 segundos na frente do monitor.
Agora resta saber o mais importante: se desta vez vai surtir efeito como o primeiro viral ou entrar para o grupo dos vídeos sequências que se sustentam apenas na sombra do sucesso do seu colega anterior. É aquela história do bumerangue (Ou se preferir no inglês boomerang) você joga, ele dá voltas e mais voltas e quando volta........
Assista e tire suas conclusões
http://www.youtube.com/watch?v=g9FAtURumsI
Quem é que não se lembra dos pôneis cor de rosa da Nissan que viraram uma verdadeira febre internet a dentro no ano passado? Controvérsias a parte, a peça usou de todas as táticas possíveis para cair no gosto do público. Eu acabei abordando a problemática dos virais tomando como exemplo os pôneis em um post aqui no blog, mostrando como o neuromarketing é a chave pra quem quer fazer um viral e colher bons frutos.
A fórmula deles deu tão certo que a nova peça já está dando o ar da graça rede a fora. Usando um roteiro bem parecido ao primeiro, a nova investida dos cavalinhos fofinhos não tem muita novidade. A curiosidade em saber o que irá acontecer ao clicar ou não no botão que aparece na tela é o que faz toda a diferença e te prende durante os um minuto e 33 segundos na frente do monitor.
Agora resta saber o mais importante: se desta vez vai surtir efeito como o primeiro viral ou entrar para o grupo dos vídeos sequências que se sustentam apenas na sombra do sucesso do seu colega anterior. É aquela história do bumerangue (Ou se preferir no inglês boomerang) você joga, ele dá voltas e mais voltas e quando volta........
Assista e tire suas conclusões
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