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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Efeito Avenida Brasil na internet



Quem balançou e deu o que falar nas redes sociais em 2012 foram os personagens e todos os memes criados pela novela global Avenida Brasil. Até tutorial para ensinar como colocar sua foto congelada igual a cena final de cada capítulo bombou.
Todas as noites às 21 horas nas redes sociais a sensação que se tinha era de si-lên-cio to-tal! A coisa só voltava a ter movimento quando algo muito bombástico ou o comercial aparecia, e todo mundo corria para o computador mais próximo para comentar o que achou e o que estava sentindo no embalo do OiOiOi.
Com o final da trama anunciado e comentários por todos os lados de curiosos afoitos em saber quem matou Max e quem salvou Tufão do sequestro, fui dar uma olhada no Facebook e no Twttier e ver como era a repercussão desse buzz todo na web.
Para minha surpresa (não esperava tanto), todos os personagens que eu lembrei o nome possuem alguma Fan Page, comunidade, perfil fake nas redes sociais. Para começar o breve levantamento e para se ter uma ideia, a página oficial (ou não) da novela possui 403 mil curtidas. Uma outra página semelhante possui mais de 97 mil curtidas. Conteúdo? Sim, com muita frequência e em alguns casos muita irreverência.

O #OiOiOi que movimentou o Twitter todas as noites 

A frase da personagem Nina "Me serve vadia" deu a reviravolta na trama e irou hit na internet. No Twitter, um dos perfis criados, e que se intitula 'oficial', possui mais de sete mil seguidores. Outros personagens importantes também ganaharam perfis 'oficiais' e vários 'fakes'no Twitter. É o caso do @TufaoCongela, @Jorginhojogador, @IvanadoBebezao, @TufaoOficial e tantos outros sobre a @lAvenidaBrasil

Quem tem FanPage e fakes no Facebook
Seria mais fácil eu dizer que não tem. Tem tanta página, tanto fake, tanta coisa falando sobre essa novela no Facebook que chega a ser curioso e impressionante. Eu listei algumas páginas que encontrei e que tem frequência de conteúdo.
As mais curtidas e que foram criadas a partir de frases da novela também entram na lista.
Me serve vadia - um dos grandes memes que a novela criou, fez sucesso e várias páginas de humor pegaram carona na sua viralização.
Zezé Amendoim - A empregada curiosa e que caiu no gosto da galera com sua dancinha na sala da família Tufão, ganhou Fan page e outras várias comunidades e páginas sob o nome 'Eu quero ver tu me chamar de amendoim'
Jorginho e Nina são os que mais possuem perfis que levam seu nome; outro punhado de páginas e comunidades, além da página que criaram para o casal de pombinhos: Nina e Jorginho. Esta, possui a marca expressiva de 23 mil curtidas.
Tufão, o grande enganado da novela também fez sucesso nas redes sociais. Em uma das páginas atribuídas, a Jorge Tufão, são mais de 9 mil curtidas.
Suelen, a moça periguete que fez a moda na cabeça das mulheres também conseguiu mais de três mil fãs em uma Fan page no Fb.
Cadinho, Max, Nilo, Leleco, Carminha, Ivana, e outros personagens não ficaram de fora. Joga na busca do Face ou do Twitter que você acha fácil fácil mais de um perfil ou página.
Não é só a internet que viraliza. As novelas mostram que a televisão está mais viva do que nunca. Nesse caso, as redes sociais foram coadjuvantes de um sucesso meteórico. Pode acreditar, essa avenida vai deixar saudades.



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Todos através de uma imagem


A magia da fotografia nunca esteve tão presente nas redes sociais. Um celular na mão, Instagram ativado e foto compartilhada no seu perfil da rede social. Cada vez mais esse ato de ir além da barreira mnemônica se mostra um agente relacionador e agora mais do que nunca, nossa extensão dentro da rede.
Digamos assim que o Instagram é uma evolução das máquinas polaroids. Lembram delas, né?! Aquelas câmeras que revelavam as fotos instantaneamente.
A grosso modo, a tecnologia do Instagram se sustenta nisso: tirar uma foto e postar no seu perfil das redes sociais para que o maior número de pessoas vejam, curtam e comentem aquilo que você está fazendo. Claro que a semelhança com a polaroid não parou por aí e o negócio evoluiu e atualmente você edita, muda a cor, constraste e brilho no celular antes de postar.
Mesmo com todo esse upgrade no modo de se registrar um momento com uma fotografia, sua intenção é cada vez mais questionável.
Vamos ser francos. Quem nunca olhou as atualizações alheias e se deparou com alguma foto do Instagram e fez a pergunta: Por que publicar um foto dessas?
A medida que vamos incorporando esse ato instantâneo de estar em determinada situação, fotografar a cena e compartilhar na rede social, mostramos o quanto essa tecnologia virou uma 'parte' indissociável de nós.
Sim, aquela singela fotografia compartilhada só mostra o quanto o Instagram e as redes sociais vão além do conceito de Mcluhan de que os meios de comunicação são uma extensão do homem.
Digo que vão além justamente pelo fato de que a relação situação-Instagram-rede social tornou-se tão comum, mas tão comum mesmo que qualquer lugar e qualquer situação virou motivo para que todos seus amigos no Facebook e no Twitter vejam o você está fazendo. E mais: todos veem seu ponto de vista e localização sobre determinada situação. Estamos sendo engolidos, literalmente, pela nova tecnologia. Engolidos e condicionados a encontrar situações a qualquer custo para fotografar, postar e esperar as curtidas e os comentários.
Essa discussão lembra muito a análise de Mcluhan sobre o mito grego Narciso. O pobre (?!) Narciso construiu "um sistema fechado, e demonstrando que os homens se tornam fascinados por qualquer extensão de mesmos em qualquer material que não seja o deles (sic)".
Nessa mesma analogia é fácil perceber que nós hoje fomos modificados pelo ascendente Instagram. Querendo ou não o modo de fotografar, selecionar situações e se posicionar dentro delas foi modificado.
Anda faltando a velha magia de se fotografar...


** A imagem que ilustra o post é uma promessa para um futuro próximo da fotografia digital nas redes sociais. Uma máquina digital semelhante a polaroid com os recursos do Instragram.



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Meu filho, nem eu imaginava


Vocês se lembram daquela velha máxima que diz: "Muito cuidado ao falar. Isso pode ser usado contra você". Pois bem. Tudo começou em um debate entre candidatos à prefeitura de Maceió, na noite desta segunda-feira (01), e entre uma pergunta mais dura e uma resposta ácida, nasceu o novo meme que caiu no gosto dos maceioenses: "Olhe meu filho".
Creio que nem a candidata Nadja Baía, a autora da frase, imaginaria que pouquíssimo tempo depois de ela dizer a frase em resposta ao candidato Alexandre Fleming alguém teria a mirabolante ideia de criar uma página no Facebook e começar a replicar sua frase rede a fora.
Cada vez mais as páginas de humor na rede social ganham força com muito pouco tempo. É o caso da página no Facebook OlheMeuFilho. Menos de 12 horas de criada e mais de 500 curtidas. Os números impressionam e não param de subir. Contribuições também chegam a toda hora.
Se bem que essa não é a primeira vez que um debate político ganha tanta repercussão nas redes sociais. Em 2010, o debate entre candidatos ao governado do estado, também pela Tv Pajuçara, rendeu no twitter uma hastag no Trending Topics nacional e a caricatura do candidato Tony Cloves. Não se lembra dele? Aquele, que no twitter ganhou o apelido de Obama do Sertão.
A grande surpresa destas eleições no debate político ficou por conta da ascensão de Nadja Baía nas redes sociais em tão pouco tempo.
Mais uma vez, a internet mostra que está aí para dar sua contribuição aos eventos. É meu filho, corre lá e também mate a sua curiosidade!


***Imagem reprodução da página OlheMeuFilho no Facebook

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Um galo conectado no Facebook


Tem coisa melhor que trabalhar realmente com aquilo que se gosta? Por exemplo, unir a paixão pelo futebol  com a internet, gerar produtos e montar uma empresa. Aí você pode perguntar: Isso daria certo mesmo? Eu lhe respondo que sim e mostro um ótimo exemplo disso. A torcida organizada do CRB, a Galoface.
Conversei um pouco com o diretor de comunicação do grupo, o Robertson Costa. Ele me contou que a ideia de criar uma torcida organizada do CRB pelo Facebook aconteceu há mais ou menos um ano atrás. Ele, o presidente da torcida, Luciano Mota, e mais algumas pessoas começaram a arquitetar a ideia pela própria rede social.
Até hoje muitas reuniões ainda rolam via skype ou pelo chat do Facebook e dão certo. Tanto é que a Galoface hoje possui dois perfis. Um atingiu o limite máximo de amigos, tem mais de cinco mil pessoas, e o outro caminha para os três mil. Para reforçar ainda mais a paixão pelo Galo da Pajuçara, criaram uma fan page, que hoje conta com mais de duas mil curtidas.
A exemplo de outros cases de sucesso, o pessoal da Galoface ampliou os horizontes e agora aposta em sair do mundo virtual e vir para o 'real'. Eles já deram alguns passos. Um deles foi criar a empresa Galoface, com CNPJ para poder conceder alguns benefícios aos sócios dessa ideia.
Além das camisetas personalizadas com a logo da torcida à venda pela internet, o grupo agora quer investir em outros produtos, além de cadastrar os sócios e cobrar uma mensalidade para tocar o negócio.
Bom, para quem é regatiano, #FicaaDica de ir no Facebook curtir a página deles. E para os que gostam de estudar um pouco mais dos fenômenos das redes sociais, é legal conferir o poder de viralização dessa rapaziada.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Zuleide viralizando o Facebook em nome do Senhor


A internet é um universo a parte que a cada dia que passa mostra como é poderosa. Seu poder de viralização é impressionante. Nos últimos meses as redes sociais foram invadidas de perfis que abusam do bom humor para tirar uma onda e ganhar milhares de fãs. Foi assim com a galera que criou as páginas satirizando os hipsters, o pessoal aqui de Maceió que criou o Maceió Ordinário, o jovem que teve a grande sacada de trazer de volta a marca de palitos Gina com piadas, e tantos outros.
Uma dessas me chamou a atenção pelo seu foco, abordagem e alcance. Estou falando da (o) criador (a) da famosa Irmã Zuleide. Sim, aquela irmã evangélica lá do Rio Grande do Norte que divide seu tempo vendendo produtos naturais da Jequiti, orando e postando sua visão do mundo das crenças no Facebook.
Para quem nunca teve a curiosidade de ir até a fan page da Irmã Zuleide e conferir seu conteúdo, #ficaadica.
O conteúdo é vasto e muito criativo. Sempre relacionado ao universo da igreja evangélica que nossa ilustríssima irmã frequenta, as piadas caíram no gosto da galera e até eu me surpreendi com os números que ela alcança. Bom, hoje é dia 6 de setembro exatamente 14h 59. Ela tem nada mais nada menos que 1.656.957 pessoas que curtiram sua página. Cara, é gente que pouca empresa e celebridade tem.
Seu poder de alcance é enorme. É só dar uma olhada no número de curtidas e compartilhamentos de cada postagem.
Como se não bastasse todo esse estardalhaço celestial, a Irmã Zuleide virou uma marca e agora tá viajando Brasil afora fazendo show. Sim, shows. Hoje ela vai se apresentar em uma boate aqui da capital alagoana numa festa temática que promete.
Obra do satanás ou não, (#QueimaJeová), o fato é que a Irmã é um exemplo de viral a ser estudado. Pode apostar que sim.
Fica aí também minha sugestão a quem organiza encontros de social media em Maceió. A Irmã Zuleide é um ótimo exemplo de case para ser apresentado. Quem sabe uma palestra, hein galera?!

domingo, 13 de maio de 2012

Mamãe querida!


Mãe é uma criatura extremamente especial na vida de qualquer ser. É aquela que desde o primeiro momento de vida do filho está lá, sempre presente. Ela cuida, ensina, dá carinho, às vezes briga, dá ordens, dá conselho...
A coitada da mãe também sofre desde o começo: passa noites e noites acordadas cuidando daquele bebê 'cuti cuti' que não pára de chorar (meu Deus, como chora!) e pelo resto da vida é como se o filho nunca crescesse.
Há ainda aquelas que se tornam mãe por afeição e pelo carinho que ela deposita no filho dos outros. Dessas aí eu tenho um monte!
Mas o fato é que tudo da sua mãe é o melhor do mundo: aquele arroz com feijão,  o docinho caseiro, o colo e o cafuné das horas difíceis.. eita como eu gosto da minha mãe!
Mãe também é bicho mais besta (besta no sentido de cuidadosa, coruja) que existe neste mundo. Aí o filho começa a ir pra escola e na sexta-feira da semana das mães lá vem ele todo sujo de tinta guache com o presentinho que ele fez na escolinha embaixo do braço. Cola aquele monte de palitinho de sorvete, pinta uns rabiscos e com as letrinhas tremidas escreve: "Mamãe, eu te amo! Feliz dia das mães". Quando a mãe vê aquilo, os olhos brilham, ela chora, é o melhor presente que ela já ganhou. Você que está lendo este texto pode ter certeza que ela guarda um destes que você fez.
Elas também se derretem vendo seus pequenos nas festinhas de Dias das Mães da escola recitando poesia. Aí o filho passa no vestibular, se forma, começa a trabalhar... Toda mãe nessas horas faz do filho troféu e sai dizendo a todo mundo como o filho (a) dela é maravilhoso, etc,etc e você lá morrendo de vergonha. Coisas de mãe.
Aí desde que inventaram um dia pra ser só dela - Isso começou nos Estados Unidos lá pelos idos de 1914 -, em boa parte do mundo o segundo domingo de maio virou aquela data de dar presentinho, dar beijinho e abraço, reunir a família na casa da mãe pra comemorar o DIA dela.
Bom, independentemente de datas, sua mãe vai continuar sendo tal nos outros 364 dias do ano e merece o mesmo carinho e provas de amor deste famigerado domingo.
Pois bem, é legal mostrar teu afeto nas redes sociais, postar foto e dar presente. Acima de rancores ou qualquer coisa, ame sua mãe!

*** O desenho do post fui eu que fiz no paint pra relembrar os tempos de escola!

sábado, 14 de janeiro de 2012

A internet é pop e você vai ter que engolir - [Mercury + Nação Zumbi]

Tapar os olhos para não ler ou ficar se remoendo e cutucando o vespeiro com vara curta? Estava pensando nisso escutando música, um monte de janela aberta e vendo o povo falar (bem ou mal) sobre as febres da rede do momento: Big Brother e Michel Teló no Twitter e Facebook.
Começa assim: um da sua timeline gosta e sai compartilhando música, frase e o que mais tiver do assunto para dar início a guerra. Aí já viu. Crítica (tá, eu já fiz muitas, assumo) e mais discussão sobre o que deveria ou não ser postado ali.
[In]felizmente a web é pop, leia-se de [e para]  todos. Esse pressuposto já dá a entender que você vai ouvir e ler enésimas vezes sobre o sucesso de uma banda que tu não curte, sobre a mais nova briguinha no BBB e o que mais aparecer e cair no gosto da galera.
Será muito difícil você conseguir deixar a internet mais 'cult' à sua maneira, talvez isso só aconteça com seus amigos mais íntimos e olhe lá. Esse mundo paralelo gira em torno e é movido com a mesma intensidade por aquilo que é mais compartilhado, mais comentado, mais criticado e mais popular.
Solução para deixar de ser incomodado com as tendências comuns? Excluir seus perfis ou bloquear/deletar quem fala demais.
=====xxxxx=====
Bom, fuçando eu achei um Mashup que uniu Freddie Mercury e Nação Zumbi. Ficou P-E-R-F-E-I-T-O!
Vale dar uma olhada!

(Vi no Diversitá)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Invadiram a nossa praia!


Sabe aquela música do Ultraje a Rigor 'Nós vamos invadir sua praia', que acabou virando hino dos farofas paulistas dos anos 80 que frequentavam as praias do Rio de Janeiro? É bem o que está acontecendo com o Facebook nos últimos tempos.
A rede social que tinha se tornado o refúgio daqueles que tentavam se livrar do Orkut, está aos poucos se tornando popular na imensa web. O resultado é a reclamação de boa parte dos usuários. A onda de popularização do Facebook começou com as frases/ pensamentos de famosos, aplicativos (Cittyville e tantas outros ambientes digitais que fogem da realidade) e agora as postagens de frases engraçadas, imagens de perfil típicas de 'garota da lage' (Sem nenhum preconceito! Cada um usa o que quer!) e até virús!
O fato é que o pedaço do paraíso chamado Facebook se tornou popular e já alcança a marca de mais de 1 bilhão de usuários pelo mundo. Toda essa gente é egressa de outras redes e trouxeram, digamos, seus costumes de onde vieram. Postar mais fotos, mandar mais mensagens de corrente de perfis espertinhos, mais publicidade, menos informação, menos 'cult'.
A nova realidade do Facebook é comum e irá atingir qualquer outra rede social que chegar a um número gigantesco de usuários como ele conquistou. Soluções? Migrar para outro nicho social? Não.
A questão é que conviver com tanta gente de pensamento diferente sempre dará nisso. Afinal, os ambientes digitais de relacionamento nada mais são que extensões da sociedade. O remédio então é se isolar?
Cabe a você decidir ou selecionar!

domingo, 30 de outubro de 2011

Na vez da moda: cita lá!


Moda é uma coisa que sempre vai acompanhar, influenciar e ditar os rumos nas redes sociais. Seja um vídeo viral, uma frase dita por uma celebridade ou algum evento.
A bola da vez é intelectualizar seu perfil com citações de escritores, mais especificamente Clarice Lispector e o polêmico Caio Fernando Abreu.
Os internautas adentraram no mundo complexo e às vezes introspectivo dos autores, extraindo trechos de livros para exemplificar as desilusões amorosas ou um momento de pura reflexão.
O que me chama a atenção e me motivou a botar a mão nesse vespeiro, são os números de postagens com citações dos autores.
Quer comprovar isso, vá lá em seu twitter, digite Caio Fernando Abreu ou Clarice Lispector na busca e veja o que se garimpa. Os resultados são os mais diversos, desde perfis, trechos de livros a frases anônimas atribuídas.
Óbvio que a grande maioria foi absorvida pela onda meio vintage de escrever poeminhas nos nossos diários (agora virtuais), desafogando as mágoas e sempre tendo em mãos o escudo literal, que agora foi transposto para as redes.
Absurdos tem aos baldes até o ponto de não saber que ambos já estão em outra dimensão! Pedir que os conectados saibam que Caio se inspirava em Clarice e tiveram pouco contato fica como uma provocação.
Eu admito que li poucos livros de Lispector e conheço pouco da carreira de CF, mas recomendo a todos os que se veem nas citações a buscar com mais profundidade o conhecimento no universo literal, não só deles mas de tantos outros. Garanto que os recortes terão mais impacto, além do que trarão uma outra visão e até quem sabe a possibilidade de produzir pós-conceitos.
A última dica que deixo (ou penúltima) é o livro de Paula Dip, 'Para sempre teu, Caio F.'
PS: Não tive a intenção de cutucar ninguém, apenas empurrar para o conhecimento, que vale muito.

domingo, 11 de setembro de 2011

Os vintages de ontem, hoje e amanhã

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Elas foram sucesso e algumas delas chegaram a ocupar o posto mais alto em se tratando de preferências. O tempo, que acabou sendo o maior inimigo, trouxe as inovações, que tomaram seus lugares. Mas será que elas voltam?
Bom, deixando o mistério de lado, me refiro às redes sociais que acabam substituídas por outras. Na última semana, a notícia foi a superação do Orkut pelo Facebook aqui no Brasil. Os números que ainda não foram confirmados, revelam o que já era esperado: o Orkut seria 'esquecido' e a rede de Zuckerberg tomaria o gosto nacional.
Tomando como ponto de apoio uma pesquisa divulgada um tempo atrás pelo Ibope Nielsen e que foi post aqui no Além das Palavras sobre as redes sociais, posso dizer elas tomaram um espaço importante na vida dos internautas. Numa era onde tudo é aliado à informação, ganha quem puder ir mais longe, e o Facebook conseguiu fazer do Orkut um espaço de compartilhamento de fotos, propagandas e pouca informação, com foco direcionado ao entretenimento, não agregado à informação.
Uma pesquisa que realizei pelo Facebook me confirmou isso: os internautas ainda tem Orkut, Myspace, IMs e tantas outras, para manter contato com quem resiste em não aderir à 'onda' das novidades ou em alguns casos só por ter.
Mas como fuçar nas velharias é trazer à tona conteúdo com uma nova proposta, a esperança pode estar nessas redes retornarem pelas mãos dos hipsters e se tornarem vintages. Bom, quem são eles?
Os hipsters nada mais são aqueles que lançam moda, tendências, não sei se é muita ousadia também chamá-los de vanguardistas.
Bom, como a moda é sim cíclica e o que já esteve em alta pode voltar, quem sabe essa galera não as recuperam lá na frente. A imagem que usei para ilustrar o post é a perfeita descrição do que é ser vintage. Feita como um anúncio antigo, ela traz os nichos sociais que atualmente movimentam a rede, prevendo o tal movimento de virar ultrapassado. Em se tratando de conteúdos que são tão inovadores e ultrapassados em tão pouco tempo, nada impede também que o Twitter, Facebook, You Tube, Skype, Linkedin e etc também sejam substituídos, o que é até natural. Os conceitos estão sendo discutidos pelos blogs e sites especializados.  Agora é esperar e ver se a 'moda pega'!
*Imagem do Google

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O neuromarketing e os Pôneis malditos


Sabe aquela propaganda ou vídeo da internet que passa uma, duas e na terceira vez você já sabe cantar a musiquinha e durante o dia se pega cantarolando?
Isso aconteceu com boa parte dos internautas que perambulam pelos nichos sociais essa semana com a peça da Nissan e seus Pôneis malditos lálaláláááááá..
Bom, você pode pensar que é mais uma agência apelando, mas tudo isso vem de muita pesquisa e de estudos psicológicos através do Neuromarketing, que estuda quais sentimentos uma campanha publicitária pode causar nos consumidores. Os tais virais chicletes muitas vezes são fruto do neuromarketing, que para chegar aos resultados estuda as zonas cerebrais mais afetadas quando a pessoa é exposta ao conteúdo. Os aparelhos de ressonância magnética fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e reações.
Daí o videozinho dos cavalinhos rosa na verdade afetam positiva ou negativamente alguma área de seu cérebro. Apostando nisso, cada vez mais as agências se baseiam em estudos sérios para fazer seus virais e se valer do poder das redes sociais e outras mídias, pegando de cheio você. 
Bom, sem querer deixar ninguém pensativo que é manipulado por um cavalinho rosa, mas o que chama a atenção é a briga para conquistar o gosto comum. Ninguém brinca mais não.