Uma pergunta me pegou de cheio essa semana. Como 'sobrevivem' os paparazzis em tempos de redes sociais? A atividade a meu ver cada vez se torna mais vintage. O motivo é fácil de identificar: a tecnologia. Um celular com acesso às redes sociais na mão, uma conta no Instagram e voilá: a foto bombástica vira domínio público fácil sem o intermédio de fotógrafo nenhum.
Quem tem conta em rede social e segue celebridade sabe que não precisa esperar mais a próxima edição da revista A ou B para saber por onde ele andou, com quem e o que fez. Basta ir lá no perfil dele ou no Instagram e olhar as atividades.
Aquele velho esquema de a informação ter que passar por estágios antes de chegar ao leitor cortou caminho há tempos. Quer dizer, nem tanto tempo assim.
Hoje o que eu considero cada vez mais válido e moldável é o fato de todo mundo produzir conteúdo para um universo de pessoas e ser ao mesmo tempo produtor e consumidor dessa informação.
É só observar qualquer grande evento. Quem está lá tira sua foto, mostra aquilo que ele quer mostrar e ponto. Nessa hora chamo a atenção para o fator situação - Instragram - rede social. Isso é um ponto de vista bem pessoal, mas concluo que cada vez mais as pessoas se posicionam dentro da imagem, além de apontar claramente sua posição não só dentro do contexto fotografado, mas também numa situação de status na 'sociedade digital'.
Escrevi sobre o Instagram em um post aqui no blog. Para quem interessar a leitura, [dá uma olhada aqui]
Quem ganhou com o advento da tecnologia foram as empresas de comunicação. A informação circula de forma mais rápida e com muito mais acesso do que antes.
Claro que ainda existem inúmeros paparazzis espalhados pelo mundo em busca do clique perfeito. Mas a profissão de Stalker anda bem mais concorrida. Não quero dizer que as redes sociais vão abolir a profissão de paparazzi, mas há uma forte tendência para que mais uma vez a convergência reconfigure a forma de se pensar e fazer a especulação da vida alheia.
A stalkear!
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quinta-feira, 14 de março de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Governar com transparência nas redes sociais
Falar em transparência de informação é um tema que quando abordado sob a ótica de sua usabilidade na internet repercute e diverge opiniões. Imagine então como isso toma proporções se agregarmos à essa discussão assuntos da esfera política divulgados nas redes sociais.
Complexo, né? Para quem ainda não viu ou não sabe, a nova administração da Prefeitura de Maceió decidiu inovar e usar as redes sociais para divulgar as ações da prefeitura enquanto o novo portal não ficava pronto.
A grande polêmica começou quando decidiram divulgar na página da Prefeitura no Facebook os salários dos servidores. Sim, os salários dos servidores.
Muita gente não gostou, achou um absurdo expor quanto gasta cada servidor, etc, etc, etc. Mas, a iniciativa é pioneira e deveria servir como exemplo para outras prefeituras. (se alguém souber de outra, avise!)
Todo mundo sabe, ou deveria saber, que o acesso a tais informações é direito da sociedade civil, e já que vivemos em um mundo conectado e familiarizado com ambientes sociais digitais, por quê restringir esse acesso?
É muito mais fácil e além de tudo coloca o cidadão em contato com assuntos que deveriam ser de seu interesse. Afinal de contas, quem paga a conta somos eu e você.
# O portal já está pronto, o novo site da prefeitura também, mas mesmo assim as redes sociais (não só o Facebook) continuam sendo usadas para informar as ações da nova gestão. Vale a pena continuar acompanhando.
#Já que o assunto é política, quem gosta de acompanhar as notícias sobre política nacional e ficar informado sobre os escândalos de corrupção, uma boa opção é baixar o aplicativo Corrupto. Nele, o usuário tem acesso a todas as notícias publicadas pelos principais portais de notícias nacionais.
A parte ruim é que ele só está disponível para IOS. Fica valendo! [pra baixar aqui]
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Até que uma rede social os separe
[...] "Fica postando besteira nesse Facebook só pra me irritar. Não me leve a mal, eu não tenho tempo pra lhe dar moral. Tira uma foto e joga no Face dizendo que já vai curtir. Eu não estou nem aí. Não pense que isso vai me atingir".
Fim de relacionamento? Provavelmente. O trecho acima é de uma música da banda Furacão do forró, lançada recentemente, e traduz perfeitamente as discussões de término de relacionamento atuais. Em tempos de namoros e casamentos de domínio público, as redes sociais ganharam um papel duplo: cúmplice e 'o' causador da discórdia entre vários casais.
Digamos que a vida dentro da web tornou as relações ainda mais conflitantes. Antes do boom das redes sociais, o relacionamento terminava, o casal devolvia um ao outro as coisas que compartilharam durante o tempo juntos, apagavam seus telefones das agendas e evitavam frequentar os mesmos lugares para esquecer que o outro existia.
Mas, como fazer isso vivendo em um mundo digital onde se tem enésimos amigos em comum nas redes sociais e onde não é muito difícil descobrir onde, o que, quando, como e com quem estava seu/sua ex-namorado (a)?
Será que a culpa é mesmo das redes sociais ou dos casais que estão atrás de seus gloriosos 15 Kbps de fama?
O Youpix divulgou uma pesquisa da MultiFocus/NetQuest sobre o comportamento dos casais dentro das redes sociais. O resultado aponta para duas situações. A primeira é que boa parte dos entrevistados diz não se importar com a perca da privacidade e revelarem suas intimidades na web.
Na outra ponta estão 62% dos entrevistados pelo Instituto que afirmaram que cada vez mais as pessoas 'curtem' observar a vida amorosa alheia nas redes sociais.
Daí podemos concluir algumas coisas.
# Os relacionamentos quando expostos nas redes sociais dão ibope. Isso é fato. Conte entre seus amigos quantos deles postam fotos juntinhos, fazem declarações de amor e em casos extremos, deixam você atualizado sobre as brigas e DR's.
#Se a exposição dos relacionamentos dá ibope, é porque tem interessados. Bingo! A pesquisa da MultiFocus mostra isso.
#Se os relacionamentos dão ibope e tem interessados, os términos de namoro e atualizações de status para solteiro bombam nas redes. Há quem chegue ao ponto de mudar o status ou escancarar uma briga, como no trecho da música lá no começo do post, esperando as curtidas.
Ainda há como fugir dessa exposição? Isso vai depender muito do casal. O bom é viver mais a vida a dois no mundo real e rezar para serem felizes, até que a mesma rede social que uniu os separe.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
A depressão que os anos trouxeram de volta para o Facebook
Lá pelos idos da década de 50 do século XIX, um grupo de jovens poetas brasileiros dava início a um movimento literário que ficou conhecido como Ultra Romantismo, que era caracterizado pelo pessimismo, importado do grande influenciador do movimento, o escritor inglês Lord Byron.
Nas palavras de Marina Cabral, especialista em literatura, era um sentimento de inadequação à realidade, ócio, desgosto de viver. Essa geração sentia-se “perdida”, não tinha nenhum projeto no qual se apegar.
Hoje passados mais de 160 anos, o conceito cai como uma luva na geração que anda ditando moda nas redes sociais com os enésimos perfis da depressão.
Nunca esteve tão na moda ser depressivo e mal humorado!
Nem Casimiro de Abreu ao escrever os versos de 'Meus oito anos' iria imaginar o quanto esse misto de forever alonice com depressão iria longe:
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Quem é que nunca curtiu os pensamentos da página do Hipster da Depressão, Coruja da Depressão, Depressiva da Depressão e agora até o Chapolim ?
A moda se alastra principalmente pelo Facebook e também pelo Twitter e ganha cada vez mais adeptos. E para conseguir tocar na sua ferida e dar aquele tom de reafirmação da sua bad, a onda da depressão agora é bem segmentada. Cada profissão tem a sua e conta os dissabores a amarguras vividos por esses profissionais.
É Analista de mídias sociais da depressão, jornalismo da depressão, oceanógrafo da depressão... e por aí vai.
Como não podia faltar, muitos escritores brasileiros também ganharam sua cota ácida, a exemplo de Clarice Lispector. Apesar de ela ser nossa contemporânea e não pertencer ao grupo percussor da moda depressiva na literatura, o perfil Clarice de TPM brinca um pouco com sua personalidade, apesar de nem todas as frases atribuídas de fato serem de Lispector.
# Do mundo fantástico para a realidade
Falando em números, a depressão no mundo real anda batendo recordes e duelando com a depressão do mundo digital. A revista Galileu trouxe números interessantes e reveladores. O Brasil é o país com o maior número de depressivos. No mundo, são mais de 121 milhões de pessoas que sofrem de depressão.
Há ainda uma corrente de médicos americanos que acreditam que as redes sociais causam realmente depressão. A Academia Americana de Pediatria descreve um novo fenômeno conhecido como “depressão do Facebook “, no qual crianças e adolescentes que gastam uma enorme quantidade de tempo em sites de redes sociais acabam desenvolvendo sintomas de depressão.
Ainda em estudo, os resultados mostram que tem seu fundo de verdade. Os pesquisadores afirmam que as crianças e adolescentes acabam tendo maior facilidade de se relacionar na rede social, deixando de lado a vida social real, caindo numa espécie de confinamento digital. Vamos esperar...
#Mau humor com bom humor
O grande trunfo dos mau humorados de plantão, é tirar onda das intempéries do dia-a-dia e mesmo com mau humor fazer a galera rir. É uma fórmula louca, mas tem dado certo.
Tá aí! Se os anos não lhe trazem mais sua infância querida, ou aquele tempo que você era feliz e não sabia, o remédio é rir. Sem depressão e sem confinamento. Se nada disso resolver, um abraço dá jeito.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Facebook, diversão e arte
Lá pelos idos da década de 80, os Titãs embalaram muita gente com os versos de protesto da música Comida. Passados mais de 20 anos, os versos fazem muito sentido com o movimento que acontece dentro do Facebook. Não, não. Ele não vai vender comida (ainda).
Me refiro ao fato da exigência do público que ele mesmo criou. A galera quer encontrar coisas legais e boas ideias para 'curtir' e 'compartilhar'.
Nesse embalo, tem uma galera investindo pesado no poder das redes sociais e criando Fan Pages muito legais. Um exemplo é a da galeria gaúcha Barbara Longhi.
A galeria existe, tem sede em Porto Alegre, um site e uma das melhores fan pages sobre arte que vi no Facebook. O nome da galeria, para quem acha familiar, é um tributo a uma das maiores pintoras da Renascença, Barbara Longhi.
Sua fan Page Galeria Barbara Longhi tem mais de 28 mil pessoas que a curtem. O grande diferencial é levar a arte propriamente dita pelo FB ao maior número de pessoas.
As atualizações são frequentes e trazem 'imagens' de pinturas de vários estilos e épocas com um ótimo resumo explicativo para situar o internauta.
Os internautas também não medem esforços para contribuir com o trabalho dos entusiasmados pela arte. Para quem diz que o Facebook Orkutizou, tá ficando popular ou que está perto do fim, #Ficaadica curtir e constatar que a gente não quer só Facebook, a gente quer Facebook, diversão e arte!!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Todos através de uma imagem
A magia da fotografia nunca esteve tão presente nas redes sociais. Um celular na mão, Instagram ativado e foto compartilhada no seu perfil da rede social. Cada vez mais esse ato de ir além da barreira mnemônica se mostra um agente relacionador e agora mais do que nunca, nossa extensão dentro da rede.
Digamos assim que o Instagram é uma evolução das máquinas polaroids. Lembram delas, né?! Aquelas câmeras que revelavam as fotos instantaneamente.
A grosso modo, a tecnologia do Instagram se sustenta nisso: tirar uma foto e postar no seu perfil das redes sociais para que o maior número de pessoas vejam, curtam e comentem aquilo que você está fazendo. Claro que a semelhança com a polaroid não parou por aí e o negócio evoluiu e atualmente você edita, muda a cor, constraste e brilho no celular antes de postar.
Mesmo com todo esse upgrade no modo de se registrar um momento com uma fotografia, sua intenção é cada vez mais questionável.
Vamos ser francos. Quem nunca olhou as atualizações alheias e se deparou com alguma foto do Instagram e fez a pergunta: Por que publicar um foto dessas?
A medida que vamos incorporando esse ato instantâneo de estar em determinada situação, fotografar a cena e compartilhar na rede social, mostramos o quanto essa tecnologia virou uma 'parte' indissociável de nós.
Sim, aquela singela fotografia compartilhada só mostra o quanto o Instagram e as redes sociais vão além do conceito de Mcluhan de que os meios de comunicação são uma extensão do homem.
Digo que vão além justamente pelo fato de que a relação situação-Instagram-rede social tornou-se tão comum, mas tão comum mesmo que qualquer lugar e qualquer situação virou motivo para que todos seus amigos no Facebook e no Twitter vejam o você está fazendo. E mais: todos veem seu ponto de vista e localização sobre determinada situação. Estamos sendo engolidos, literalmente, pela nova tecnologia. Engolidos e condicionados a encontrar situações a qualquer custo para fotografar, postar e esperar as curtidas e os comentários.
Essa discussão lembra muito a análise de Mcluhan sobre o mito grego Narciso. O pobre (?!) Narciso construiu "um sistema fechado, e demonstrando que os homens se tornam fascinados por qualquer extensão de mesmos em qualquer material que não seja o deles (sic)".
Nessa mesma analogia é fácil perceber que nós hoje fomos modificados pelo ascendente Instagram. Querendo ou não o modo de fotografar, selecionar situações e se posicionar dentro delas foi modificado.
Anda faltando a velha magia de se fotografar...
** A imagem que ilustra o post é uma promessa para um futuro próximo da fotografia digital nas redes sociais. Uma máquina digital semelhante a polaroid com os recursos do Instragram.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Meu filho, nem eu imaginava
Vocês se lembram daquela velha máxima que diz: "Muito cuidado ao falar. Isso pode ser usado contra você". Pois bem. Tudo começou em um debate entre candidatos à prefeitura de Maceió, na noite desta segunda-feira (01), e entre uma pergunta mais dura e uma resposta ácida, nasceu o novo meme que caiu no gosto dos maceioenses: "Olhe meu filho".
Creio que nem a candidata Nadja Baía, a autora da frase, imaginaria que pouquíssimo tempo depois de ela dizer a frase em resposta ao candidato Alexandre Fleming alguém teria a mirabolante ideia de criar uma página no Facebook e começar a replicar sua frase rede a fora.
Cada vez mais as páginas de humor na rede social ganham força com muito pouco tempo. É o caso da página no Facebook OlheMeuFilho. Menos de 12 horas de criada e mais de 500 curtidas. Os números impressionam e não param de subir. Contribuições também chegam a toda hora.
Se bem que essa não é a primeira vez que um debate político ganha tanta repercussão nas redes sociais. Em 2010, o debate entre candidatos ao governado do estado, também pela Tv Pajuçara, rendeu no twitter uma hastag no Trending Topics nacional e a caricatura do candidato Tony Cloves. Não se lembra dele? Aquele, que no twitter ganhou o apelido de Obama do Sertão.
A grande surpresa destas eleições no debate político ficou por conta da ascensão de Nadja Baía nas redes sociais em tão pouco tempo.
Mais uma vez, a internet mostra que está aí para dar sua contribuição aos eventos. É meu filho, corre lá e também mate a sua curiosidade!
***Imagem reprodução da página OlheMeuFilho no Facebook
domingo, 18 de dezembro de 2011
O poder de uma rede social num quase admirável mundo novo
Não é nenhuma novidade eu dizer que verdadeiras revoluções sociais contra regimes políticos etc e tal nos últimos tempos tiveram início nas redes sociais, não é mesmo?
Bom, mais uma vez as redes sociais realizam um trabalho múltiplo: antecipam os fatos, organizam manifestações e mostram uma comunidade virtual engajada com questões sociais.
Num domingo ensolarado e convidativo á uma praia, um dos assuntos mais comentados em mensagens via Twitter, Facebook eram relatos e afins sobre um 'arrastão' pelas ruas do Centro da capital, seguido das informações compartilhadas rapidamente dos sites com as últimas notícias sobre o que realmente estaria se passando ou o que seria verdade sobre o fato.
O que realmente me motivou a abrir meu blog para a discussão foi a rapidez da organização de mais um ato público contra a violência no estado, marcado para esta semana e a união (se assim posso dizer) dos internautas para relatar o tal ouvi dizer, o que foi visto, as respostas vindas do governo e as réplicas nada favoráveis dos conectados.
Fiz o teste de não abrir nenhum site e tentar me informar apenas pelas redes sociais e entrei no turbilhão de fatos que eram jogados na rede em fração de segundos. Pensei e fui induzida à reflexão sobre o grau de insatisfação e vontade de fazer justiça que move toda uma sociedade.
Em outras oportunidades vivenciei indignações mas não tão latentes como vi hoje ao longo do dia. De tudo isso, afirmo duas coisas: a primeira é do extremo cuidado em creditar valor a tudo o que se lê em uma situação destas de atos de violência, que em certos momentos dá a sensação de 'inferno instaurado'.
A segunda se refere ao fato de reflexão que todo esse 'buruçu virtual' causou ou levou. Lendo os posts pensava na intensidade de se discutir e fazer politicagem num ambiente virtual e todas as suas consequências. Me lembrei nessa hora de Aldous Huxley e seu admirável mundo novo, onde ele discutia a liberdade individual em detrimento ao autoritarismo do Estado. Numa lógica não muito clara, talvez faça bastante sentido associar a violência, a revolta nas redes sociais e a onipresença do poder público com os fatos.
*Imagem do Google
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Invadiram a nossa praia!
Sabe aquela música do Ultraje a Rigor 'Nós vamos invadir sua praia', que acabou virando hino dos farofas paulistas dos anos 80 que frequentavam as praias do Rio de Janeiro? É bem o que está acontecendo com o Facebook nos últimos tempos.
A rede social que tinha se tornado o refúgio daqueles que tentavam se livrar do Orkut, está aos poucos se tornando popular na imensa web. O resultado é a reclamação de boa parte dos usuários. A onda de popularização do Facebook começou com as frases/ pensamentos de famosos, aplicativos (Cittyville e tantas outros ambientes digitais que fogem da realidade) e agora as postagens de frases engraçadas, imagens de perfil típicas de 'garota da lage' (Sem nenhum preconceito! Cada um usa o que quer!) e até virús!
O fato é que o pedaço do paraíso chamado Facebook se tornou popular e já alcança a marca de mais de 1 bilhão de usuários pelo mundo. Toda essa gente é egressa de outras redes e trouxeram, digamos, seus costumes de onde vieram. Postar mais fotos, mandar mais mensagens de corrente de perfis espertinhos, mais publicidade, menos informação, menos 'cult'.
A nova realidade do Facebook é comum e irá atingir qualquer outra rede social que chegar a um número gigantesco de usuários como ele conquistou. Soluções? Migrar para outro nicho social? Não.
A questão é que conviver com tanta gente de pensamento diferente sempre dará nisso. Afinal, os ambientes digitais de relacionamento nada mais são que extensões da sociedade. O remédio então é se isolar?
Cabe a você decidir ou selecionar!
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