domingo, 13 de maio de 2012
Mamãe querida!
Mãe é uma criatura extremamente especial na vida de qualquer ser. É aquela que desde o primeiro momento de vida do filho está lá, sempre presente. Ela cuida, ensina, dá carinho, às vezes briga, dá ordens, dá conselho...
A coitada da mãe também sofre desde o começo: passa noites e noites acordadas cuidando daquele bebê 'cuti cuti' que não pára de chorar (meu Deus, como chora!) e pelo resto da vida é como se o filho nunca crescesse.
Há ainda aquelas que se tornam mãe por afeição e pelo carinho que ela deposita no filho dos outros. Dessas aí eu tenho um monte!
Mas o fato é que tudo da sua mãe é o melhor do mundo: aquele arroz com feijão, o docinho caseiro, o colo e o cafuné das horas difíceis.. eita como eu gosto da minha mãe!
Mãe também é bicho mais besta (besta no sentido de cuidadosa, coruja) que existe neste mundo. Aí o filho começa a ir pra escola e na sexta-feira da semana das mães lá vem ele todo sujo de tinta guache com o presentinho que ele fez na escolinha embaixo do braço. Cola aquele monte de palitinho de sorvete, pinta uns rabiscos e com as letrinhas tremidas escreve: "Mamãe, eu te amo! Feliz dia das mães". Quando a mãe vê aquilo, os olhos brilham, ela chora, é o melhor presente que ela já ganhou. Você que está lendo este texto pode ter certeza que ela guarda um destes que você fez.
Elas também se derretem vendo seus pequenos nas festinhas de Dias das Mães da escola recitando poesia. Aí o filho passa no vestibular, se forma, começa a trabalhar... Toda mãe nessas horas faz do filho troféu e sai dizendo a todo mundo como o filho (a) dela é maravilhoso, etc,etc e você lá morrendo de vergonha. Coisas de mãe.
Aí desde que inventaram um dia pra ser só dela - Isso começou nos Estados Unidos lá pelos idos de 1914 -, em boa parte do mundo o segundo domingo de maio virou aquela data de dar presentinho, dar beijinho e abraço, reunir a família na casa da mãe pra comemorar o DIA dela.
Bom, independentemente de datas, sua mãe vai continuar sendo tal nos outros 364 dias do ano e merece o mesmo carinho e provas de amor deste famigerado domingo.
Pois bem, é legal mostrar teu afeto nas redes sociais, postar foto e dar presente. Acima de rancores ou qualquer coisa, ame sua mãe!
*** O desenho do post fui eu que fiz no paint pra relembrar os tempos de escola!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Alô? Tem um orelhão aí?
Ligação DDD é sinônimo de uma coisa: matar saudades de quem está longe. Seja um primo, tio, irmão, os pais ou aquele amigo especial, uma ligação telefônica encurta as barreiras que separam. Até o final deste ano, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) determinou que ligações feitas a distância de um orelhão em todo o Brasil serão gratuitas. Até aí tudo bem. Mas eis a pergunta que me fiz assim que li a notícia: onde encontrar um telefone público em funcionamento em Maceió?
Olhando direitinho pelas ruas da capital a maioria possui algum defeito. No Centro e na orla até aqueles 'customizados' já foram arrancados ha algum tempo. Os únicos lugares que ainda (ainda) existem orelhões num estado razoável de funcionamento são os dos shoppings e olhe lá.
Fora o problema de se encontrar um telefone, ainda existe o fato do coitado ter caído em desuso depois do boom da telefonia móvel.
Na última década a evolução dos telefones celulares foi empurrando pro lado os orelhões, que já a algum tempo sofriam com a degradação de muitos engraçadinhos que os usavam. Era telefone cuspido, com chiclete grudado, com cabo arrancado e outras mazelas.
O número de telefones celulares se multiplica a cada dia. As operadoras lançam promoções para chamadas a longa distância que fazem a cabeça dos consumidores e vão deixando só nas lembranças a utilidade dos orelhões.
Como vintage que sou, quando criança adorava depositar as fichinhas e ficar lá esperando minha mãe acabar de telefonar e ouvir o barulhinho da ficha caindo. Hoje caçaria um telefone só para ter o gosto de ficar 'pendurada' enrolando o cabo no dedo e conversando por horas a fio.
É torcer para que esse projeto de revitalização da telefonia pública apresentado pelas empresas de telefonia dê pé. Mas que dê mais certo ainda a conscientização da população para preservar o patrimônio público, um direito de todos, afinal de contas fazer um DDDe matar saudades, ainda mais de graça, é o que há!
Olhando direitinho pelas ruas da capital a maioria possui algum defeito. No Centro e na orla até aqueles 'customizados' já foram arrancados ha algum tempo. Os únicos lugares que ainda (ainda) existem orelhões num estado razoável de funcionamento são os dos shoppings e olhe lá.
Fora o problema de se encontrar um telefone, ainda existe o fato do coitado ter caído em desuso depois do boom da telefonia móvel.
Na última década a evolução dos telefones celulares foi empurrando pro lado os orelhões, que já a algum tempo sofriam com a degradação de muitos engraçadinhos que os usavam. Era telefone cuspido, com chiclete grudado, com cabo arrancado e outras mazelas.
O número de telefones celulares se multiplica a cada dia. As operadoras lançam promoções para chamadas a longa distância que fazem a cabeça dos consumidores e vão deixando só nas lembranças a utilidade dos orelhões.
Como vintage que sou, quando criança adorava depositar as fichinhas e ficar lá esperando minha mãe acabar de telefonar e ouvir o barulhinho da ficha caindo. Hoje caçaria um telefone só para ter o gosto de ficar 'pendurada' enrolando o cabo no dedo e conversando por horas a fio.
É torcer para que esse projeto de revitalização da telefonia pública apresentado pelas empresas de telefonia dê pé. Mas que dê mais certo ainda a conscientização da população para preservar o patrimônio público, um direito de todos, afinal de contas fazer um DDDe matar saudades, ainda mais de graça, é o que há!
sábado, 24 de março de 2012
Tudo que é bom (? ! ) vai e volta
Sucesso é uma coisa muito relativa em termos de virais na internet. Tem aqueles que estouram, geram polêmica ao ponto de alguém contestar sua genialidade afirmando que a tal fórmula foi copiada, outros vão servir de modelo pra outra porrada de viral e por aí vai.
Quem é que não se lembra dos pôneis cor de rosa da Nissan que viraram uma verdadeira febre internet a dentro no ano passado? Controvérsias a parte, a peça usou de todas as táticas possíveis para cair no gosto do público. Eu acabei abordando a problemática dos virais tomando como exemplo os pôneis em um post aqui no blog, mostrando como o neuromarketing é a chave pra quem quer fazer um viral e colher bons frutos.
A fórmula deles deu tão certo que a nova peça já está dando o ar da graça rede a fora. Usando um roteiro bem parecido ao primeiro, a nova investida dos cavalinhos fofinhos não tem muita novidade. A curiosidade em saber o que irá acontecer ao clicar ou não no botão que aparece na tela é o que faz toda a diferença e te prende durante os um minuto e 33 segundos na frente do monitor.
Agora resta saber o mais importante: se desta vez vai surtir efeito como o primeiro viral ou entrar para o grupo dos vídeos sequências que se sustentam apenas na sombra do sucesso do seu colega anterior. É aquela história do bumerangue (Ou se preferir no inglês boomerang) você joga, ele dá voltas e mais voltas e quando volta........
Assista e tire suas conclusões
http://www.youtube.com/watch?v=g9FAtURumsI
Quem é que não se lembra dos pôneis cor de rosa da Nissan que viraram uma verdadeira febre internet a dentro no ano passado? Controvérsias a parte, a peça usou de todas as táticas possíveis para cair no gosto do público. Eu acabei abordando a problemática dos virais tomando como exemplo os pôneis em um post aqui no blog, mostrando como o neuromarketing é a chave pra quem quer fazer um viral e colher bons frutos.
A fórmula deles deu tão certo que a nova peça já está dando o ar da graça rede a fora. Usando um roteiro bem parecido ao primeiro, a nova investida dos cavalinhos fofinhos não tem muita novidade. A curiosidade em saber o que irá acontecer ao clicar ou não no botão que aparece na tela é o que faz toda a diferença e te prende durante os um minuto e 33 segundos na frente do monitor.
Agora resta saber o mais importante: se desta vez vai surtir efeito como o primeiro viral ou entrar para o grupo dos vídeos sequências que se sustentam apenas na sombra do sucesso do seu colega anterior. É aquela história do bumerangue (Ou se preferir no inglês boomerang) você joga, ele dá voltas e mais voltas e quando volta........
Assista e tire suas conclusões
http://www.youtube.com/watch?v=g9FAtURumsI
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O txá txá txá vindo do Pará - Carnaval
Ah o carnaval. Quem gosta da festa está aos suspiros uma hora destas pensando no que fez, no que viu e na instiga de começar a programar já o do ano que vem, caso o mundo não acabe em dezembro.
Recife sempre é uma surpresa envolvente durante os dias de folia. Desta vez acabei me dedicando mais aos shows que aconteceram no festival Rec Beat. Muita mistura e propostas musicais muito inovadoras.
Pelo menos em dois dias do festival se falou muito sobre os sons produzidos no Pará e a tendência de dominarem esta década brasileira.
Quem gosta de ficar por dentro do que acontece de novo nas regiões periféricas do país, não vai achar novidade eu falar sobre as misturas musicais da região Norte. Há um tempo venho conhecendo bandas locais e me deparando com uma sonoridade que lembra muito um resgate às verdadeiras raízes da formação brasileira. O resultado disso é Ska misturado com carimbó, lambada com brega, rumba com afrobeat, technobrega com eletrohouse e tudo mais que der para trabalhar na criatividade.
Quem esteve no Rec Beat e conferiu Gang do Eletro e Dona Onete, presenciou duas fases da musica paraense que nem sempre caminham de forma harmoniosa, porém são muito intensas.
Há ainda outros nomes que prometem levar o Pará e toda a região Norte muito além das barreiras que impedem que a realidade musical do Brasil seja conhecida.
Vale navegar por aí e ver um Norte brasileiro além da banda Calypso e do Boi Tatá. É uma vertente nacional que vai lhe dizer muito sobre o [des]conhecimento nacional.
Recife sempre é uma surpresa envolvente durante os dias de folia. Desta vez acabei me dedicando mais aos shows que aconteceram no festival Rec Beat. Muita mistura e propostas musicais muito inovadoras.
Pelo menos em dois dias do festival se falou muito sobre os sons produzidos no Pará e a tendência de dominarem esta década brasileira.
Quem gosta de ficar por dentro do que acontece de novo nas regiões periféricas do país, não vai achar novidade eu falar sobre as misturas musicais da região Norte. Há um tempo venho conhecendo bandas locais e me deparando com uma sonoridade que lembra muito um resgate às verdadeiras raízes da formação brasileira. O resultado disso é Ska misturado com carimbó, lambada com brega, rumba com afrobeat, technobrega com eletrohouse e tudo mais que der para trabalhar na criatividade.
Quem esteve no Rec Beat e conferiu Gang do Eletro e Dona Onete, presenciou duas fases da musica paraense que nem sempre caminham de forma harmoniosa, porém são muito intensas.
Há ainda outros nomes que prometem levar o Pará e toda a região Norte muito além das barreiras que impedem que a realidade musical do Brasil seja conhecida.
Vale navegar por aí e ver um Norte brasileiro além da banda Calypso e do Boi Tatá. É uma vertente nacional que vai lhe dizer muito sobre o [des]conhecimento nacional.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A noite do confete e serpentina
E aí que o carnaval bate latas na nossa porta. Já reparou que a maioria dos seus amigos só fala nisso nas redes sociais? Se você também estava guardando grana esperando a folia chegar, correu desesperadamente atrás de uma vaga numa casa em um dos focos badalados e está louco fazendo e refazendo sua programação dos dias de festa, digo que está no mesmo barco que eu.
Eu dei o pontapé na farra [literalmente] me deixando levar por um dos vários blocos que saiu pelas ruas do bairro do Jaraguá nessa sexta-feira. Quanta gente! Quanta folia!
Este ano decidi trocar o pinto da madrugada por uma noite no Jaraguá, pensando exatamente em poupar fôlego para a semana seguinte em Recife.
Confesso nunca ter visto o Jaraguá tão bonito como ontem. Os blocos passavam pela rua Sá e Albuquerque tocando marchinhas e embalando pierrôs, colombinas, seres mitológicos e uma porrada de super herói que se misturavam às cores da noite.
Na folia eram filhinhos da mamãe que se misturavam aos que vinham de uma esquina lá do Prado, foliões de hospitais, do comércio, aqueles que já foram bom nisso e os que preferiam o escurinho da folia. Nem os filhos da pauta ficaram de fora.
Mesmo não indo acompanhar hoje o pinto mais folião que já conheci, era inevitável não reparar no movimento colorido e nas 'moçoilas' que enchiam os ônibus que iam para a Ponta Verde hoje. É muito engraçado e interessante ver a empolgação dos marmanjos em botar um salto alto e uma mini saia pra desfilar no asfalto (vale frisar que sem culpa e medo nenhum das piadinhas).
Infelizmente em Maceió o carnaval é curto e a festa agora fica por conta dos bloquinhos e trios pelas praias do interior.
Eu? Bom, vou me dedicar a listar o que levar, tirar a poeira do colchonete e fazer a contagem regressiva para viajar pra Recife pra subir e descer ladeira, correr atrás de um galo e me encher de felicidade.
Eu dei o pontapé na farra [literalmente] me deixando levar por um dos vários blocos que saiu pelas ruas do bairro do Jaraguá nessa sexta-feira. Quanta gente! Quanta folia!
Este ano decidi trocar o pinto da madrugada por uma noite no Jaraguá, pensando exatamente em poupar fôlego para a semana seguinte em Recife.
Confesso nunca ter visto o Jaraguá tão bonito como ontem. Os blocos passavam pela rua Sá e Albuquerque tocando marchinhas e embalando pierrôs, colombinas, seres mitológicos e uma porrada de super herói que se misturavam às cores da noite.
Na folia eram filhinhos da mamãe que se misturavam aos que vinham de uma esquina lá do Prado, foliões de hospitais, do comércio, aqueles que já foram bom nisso e os que preferiam o escurinho da folia. Nem os filhos da pauta ficaram de fora.
Mesmo não indo acompanhar hoje o pinto mais folião que já conheci, era inevitável não reparar no movimento colorido e nas 'moçoilas' que enchiam os ônibus que iam para a Ponta Verde hoje. É muito engraçado e interessante ver a empolgação dos marmanjos em botar um salto alto e uma mini saia pra desfilar no asfalto (vale frisar que sem culpa e medo nenhum das piadinhas).
Infelizmente em Maceió o carnaval é curto e a festa agora fica por conta dos bloquinhos e trios pelas praias do interior.
Eu? Bom, vou me dedicar a listar o que levar, tirar a poeira do colchonete e fazer a contagem regressiva para viajar pra Recife pra subir e descer ladeira, correr atrás de um galo e me encher de felicidade.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
A tecla que mudou tudo: 'Delete'
Renovação em um curto espaço de tempo é ordem na tecnologia. Em menos de 20 anos o mundo se transformou com os computadores. A avalanche digital foi aos poucos colocando pra escanteio muita coisa. Máquina de escrever, por exemplo, é artigo de colecionador e olhe lá. A única fábrica que ainda estava em funcionamento, que fica na Índia, fechou as portas em 2010 por já não existir tanta procura.
Os Hipsters do Typosphere, (um grupo lá dos Estados Unidos, que reúne adeptos em vários cantos do mundo) garantem que a engenhoca ainda vai voltar pra fazer barulho por aí.
Eu não vou mentir que como jornalista gostaria de ter vivenciado a era que o barulho que imperava dentro das redações era o do bater das teclas num ritmo frenético. Tenho meu lado vintage que vira e mexe fala mais alto. (rs)
Para mim, uma coisa ruim que foi acentuada com redes sociais e toda a bagulhada digital foi o desvio de atenção. Eu estou aqui escrevendo este texto conversando com três pessoas, escutando música e olhando vez noutra o Twitter e o Facebook. Ufa!
Digo que é extremamente difícil trabalhar ou estudar na frente do computador sem desviar a atenção pra outra coisa. Infelizmente a digitalização da vida nos tornou mais acomodados e acostumados a realizar muitas tarefas, como o simples ato de escrever à mão um bilhete, um troço extremamente complicado.
Bom, não sei as velhas máquinas de escrever tem fôlego pra voltar e competir com os PC's da vida, que são [DES] atualizados com muita intensidade.
Mas tem coisas que ninguém tira delas: a permanência. O cara pensava e sentava pra escrever. Um erro e todo o trabalho ia embora. O que dava pra corrigir com Liquid Paper era lucro. Mas digo que o Delete mudou a forma de escrever. Isso mudou!
Os Hipsters do Typosphere, (um grupo lá dos Estados Unidos, que reúne adeptos em vários cantos do mundo) garantem que a engenhoca ainda vai voltar pra fazer barulho por aí.
Eu não vou mentir que como jornalista gostaria de ter vivenciado a era que o barulho que imperava dentro das redações era o do bater das teclas num ritmo frenético. Tenho meu lado vintage que vira e mexe fala mais alto. (rs)
Para mim, uma coisa ruim que foi acentuada com redes sociais e toda a bagulhada digital foi o desvio de atenção. Eu estou aqui escrevendo este texto conversando com três pessoas, escutando música e olhando vez noutra o Twitter e o Facebook. Ufa!
Digo que é extremamente difícil trabalhar ou estudar na frente do computador sem desviar a atenção pra outra coisa. Infelizmente a digitalização da vida nos tornou mais acomodados e acostumados a realizar muitas tarefas, como o simples ato de escrever à mão um bilhete, um troço extremamente complicado.
Bom, não sei as velhas máquinas de escrever tem fôlego pra voltar e competir com os PC's da vida, que são [DES] atualizados com muita intensidade.
Mas tem coisas que ninguém tira delas: a permanência. O cara pensava e sentava pra escrever. Um erro e todo o trabalho ia embora. O que dava pra corrigir com Liquid Paper era lucro. Mas digo que o Delete mudou a forma de escrever. Isso mudou!
sábado, 14 de janeiro de 2012
A internet é pop e você vai ter que engolir - [Mercury + Nação Zumbi]
Tapar os olhos para não ler ou ficar se remoendo e cutucando o vespeiro com vara curta? Estava pensando nisso escutando música, um monte de janela aberta e vendo o povo falar (bem ou mal) sobre as febres da rede do momento: Big Brother e Michel Teló no Twitter e Facebook.
Começa assim: um da sua timeline gosta e sai compartilhando música, frase e o que mais tiver do assunto para dar início a guerra. Aí já viu. Crítica (tá, eu já fiz muitas, assumo) e mais discussão sobre o que deveria ou não ser postado ali.
[In]felizmente a web é pop, leia-se de [e para] todos. Esse pressuposto já dá a entender que você vai ouvir e ler enésimas vezes sobre o sucesso de uma banda que tu não curte, sobre a mais nova briguinha no BBB e o que mais aparecer e cair no gosto da galera.
Será muito difícil você conseguir deixar a internet mais 'cult' à sua maneira, talvez isso só aconteça com seus amigos mais íntimos e olhe lá. Esse mundo paralelo gira em torno e é movido com a mesma intensidade por aquilo que é mais compartilhado, mais comentado, mais criticado e mais popular.
Solução para deixar de ser incomodado com as tendências comuns? Excluir seus perfis ou bloquear/deletar quem fala demais.
=====xxxxx=====
Bom, fuçando eu achei um Mashup que uniu Freddie Mercury e Nação Zumbi. Ficou P-E-R-F-E-I-T-O!
Vale dar uma olhada!
(Vi no Diversitá)
Começa assim: um da sua timeline gosta e sai compartilhando música, frase e o que mais tiver do assunto para dar início a guerra. Aí já viu. Crítica (tá, eu já fiz muitas, assumo) e mais discussão sobre o que deveria ou não ser postado ali.
[In]felizmente a web é pop, leia-se de [e para] todos. Esse pressuposto já dá a entender que você vai ouvir e ler enésimas vezes sobre o sucesso de uma banda que tu não curte, sobre a mais nova briguinha no BBB e o que mais aparecer e cair no gosto da galera.
Será muito difícil você conseguir deixar a internet mais 'cult' à sua maneira, talvez isso só aconteça com seus amigos mais íntimos e olhe lá. Esse mundo paralelo gira em torno e é movido com a mesma intensidade por aquilo que é mais compartilhado, mais comentado, mais criticado e mais popular.
Solução para deixar de ser incomodado com as tendências comuns? Excluir seus perfis ou bloquear/deletar quem fala demais.
=====xxxxx=====
Bom, fuçando eu achei um Mashup que uniu Freddie Mercury e Nação Zumbi. Ficou P-E-R-F-E-I-T-O!
Vale dar uma olhada!
(Vi no Diversitá)
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